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House of the Dreaming • View topic - O que é Misticismo (parte 2)

O que é Misticismo (parte 2)

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O que é Misticismo (parte 2)

Postby The Madame X » Mon Aug 10, 2009 12:47 pm

O que é Misticismo (parte 2)
Por HugoLapa

Misticismo, infelizmente, é muito confundido com superstição, irracionalidade, burla, confusão mental, ilusionismo, idolatria e outros adjetivos não muito favoráveis. Porém, em seu sentido original, o termo vem emprestado do Egito, do seu conhecimento arcano relativo aos mistérios. Misticismo vem de “mistério”. Esse mistério não é o que se pretende intencionalmente ocultar de alguém, mas o mistério que é inerente a própria natureza das coisas. Assim, a palavra mistério não se refere àquilo que está escondido em algum lugar, mas a própria condição de intocável, de inefável ou de impercetível pelos sentidos habituais.

O termo misticismo parece ter origem no grego “μυστήρια” que significa mistérios. Os mistérios são o conhecimento interior que era revelado nas iniciações dos templos de Eleusis, onde o famoso Telestérion abrigava os candidatos a iniciação e estes eram levados a estados ampliados de consciência para que fosse possível a revelação de certos conhecimentos arcanos. Até hoje não se sabe ao certo o que era realizado dentro do Telestérion, mas sabe-se que uma sabedoria muito profunda era revelada aos iniciados. Para que o iniciado pudesse entender a verdade, era necessário a ascensão de sua consciência a estágios ainda desconhecidos por nós, o que facultava uma relação direta, sem intermediários, entre o conhecedor e o conhecido, entre o ser e a verdade.

A mística se refere a uma experiência de relação direta e imediata com a divindade, o plano divino e também com seus arquétipos. Misticismo também é definido como uma disposição para se acreditar no sobrenatural. Porém, sabemos que o sobrenatural é o natural inexplicado, ou seja, quando observamos um fenômeno psíquico incompreensível, algo que escapa totalmente a nossa visão sobre as leis naturais, como por exemplo o fenômeno da levitação observado em alguns religiosos cristãos antigos ou em alguns místicos yogues, procuramos taxar isso de sobrenatural. Porém, o que está por detrás da produção desta faculdade é regido por leis naturais que ainda não podemos entender. Por isso, alguns chamam de sobrenatural, outros podem considerar um “milagre”.

Em algumas correntes místicas fala-se até mesmo numa união ou fusão definitiva com Deus. Muitas pessoas interpretam equivocamente o sentido dessa assertiva, acreditando que o misticismo é como uma gota de água que cai no oceano e neste se perde completamente. Muitos também confundem essa idéia ao panteísmo. Acreditam que, caso isso seja verdadeiro, nossa individualidade se perderá completamente dentro da divindade, pois seremos de tal modo misturados a Deus, que não seremos mais nós mesmos, mas nos diluiremos no infinito, nos tornando “nada” ou um “vazio” dentro de tudo.

Essa é, sem dúvida, uma visão errônea deste processo de união extática. Uma pessoa não deixa de ser ela mesma quando se une a algo superior. Se assim fosse, iriamos cada vez nos perdendo mais conforme ocorresse uma expansão de nosso ser. Porém, a idéia é bem o contrário disso. Vamos assimilando algo maior e nos tornando esse algo maior, isto é, não é o caso de perder nossa individualidade, mas de expandi-la mais e mais, até o infinito e a eternidade. Seremos um com Deus sem deixar de sermos uma individualidade.

Isso ocorre por que a individualidade, nosso eu mais profundo, em ultima instância, detém a mesma natureza essencial de Deus. O eu mais interior, mais cósmico, o self (o si mesmo) é semelhante, por analogia e correspondencia, a Deus. Dessa forma, não é o caso de acreditar que a gota se perde no oceano, mas de tornar-se, ou perceber que já somos, o próprio oceano. Como disse o sábio: “O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece. Porque é ali então que ele descobre que não se trata de desaparecer no oceano, mas sim de se tornar oceano”.

Encontramos uma referência muito interessante sobre Misticismo no livro “O Mundo de Sophia”: “Uma experiência mística significa experimentar a sensação de fundir sua alma com Deus. É que o “eu” que conhecemos não é nosso “eu” verdadeiro e os místicos procuravam conhecer um “eu” maior que pode possuir várias denominações: Deus, espírito cósmico, universo, etc. No entanto, para chegar a esse estado de plenitude, é preciso passar por um caminho de purificação e iluminação através de uma vida simples. Encontra-se tendências místicas nas maiorias religiões do mundo. Na mística ocidental (judaísmo, cristianismo e islamismo), o místico diz que seu encontro é com um Deus pessoal. Na oriental (Hinduísmo, budismo e religião chinesa) o que se afirma é que há uma fusão total com deus, que é o espírito cósmico. É importante notar que essas correntes místicas já existiam muito antes de Platão e que pessoas de nossa época têm relatado experiências místicas como uma forma de experimentar o mundo sob a perspectiva da eternidade.”

O misticismo é considerado por alguns como a própria essência, o substrato final e definitivo das religiões. Segundo essa visão, os grandes vultos que inspiraram a criação de todas as religiões foram pessoas que experimentaram esses estados mais elevados de contato com a verdade, e através de seus ensinamentos e sua vida, foram fundados os principais movimentos religiosos do mundo. Jesus, Buddha, Krishna, Zoroastro, Lao Tsé, Moisés, Maomé, Rama, Mitra, Hermes e vários outros, puderam contemplar, através da experiência mística, a realidade da vida, seus principios e leis, tornando-se ícones da História do pensamento religioso (religião no sentido de religare, ou seja, se estabelecer novamente a ligação do homem com Deus).

Nesse sentido, pouquíssimas vezes encontramos uma prática de magia que seja essencialmente mística. Normalmente a proposta dos magos é o controle das energias, das vibrações mais ou menos elevadas e o comando de espíritos de diversos tipos e ordens. Algumas vezes, o mago procura a experiência direta e imediata de alguma força, arquétipo, ou seres angélicos, mas dificilmente encontramos na magia uma preocupação com a experiência do divino.

Diz-se que a palavra mistério também vem de “mu”, que significa “fechar a boca”. Assim, o mistério diz respeito a toda forma de saber que está além de nossas faculdades de pensamento concreto, e do discurso racional e objetivo, transcendendo o seu domínio e situando-se num nível onde apenas os místicos (aqueles que desenvolveram essa capacidade de vislumbrar transmental ou o supramental) podem atingir. Isso não significa que apenas os místicos tenham essa capacidade, pois ela é natural e pertence potencialmente a todos, porém, aqueles que conseguem esse contato – mesmo que disso não tenham consciência, podem ser denominados “místicos”.

Misticismo é comumente definido como a crença na união direta e imediata, no momento presente, do ser humano que se identifica de tal forma com o transcendente que passa a assimilar seus atributos, ou percebe que eles sempre estiveram latentes dentro do seu ser. O misticismo existe em muitas culturas antigas, muitas épocas e geografias. Místicos de todas as eras dão formatos diversos a suas percepções do absoluto, do inefável, daquele que nada pode ser dito. Como o Tao, no Taoísmo (“aquele que não tem nome”), como Parabrahman (o inominável), ou o Inefável (Hermetismo) o mais alto nível de percepção da natureza divina. Assim, o misticismo é a ciência ou a arte que se propõe a estabelecer um contato direto e claro com o divino, o absoluto.

Misticismo estuda o ser humano como um microorganismo do Universo, como a partícula do Todo que traz a potência inerente ao próprio Todo. No Misticismo, “O Todo está em tudo, assim como tudo está no Todo” (Caibalion). Dizem os místicos que somos como uma semente e o universo é como uma árvore. Detemos todos os atributos e qualidades do universo em nós, num estado potencial. Somos como um “projeto de universo”, uma promessa de totalidade e perfeição. Somos como um ponto dentro do círculo. O ponto equivale ao círculo em tudo, porém é um circulo em miniatura, assim como os homens são o cosmos em miniatura. Os antigos diziam que o ser humano ainda não nasceu, ele só nascerá quando começar a perceber o universo fluir através dele, em toda a sua inteireza e possibilidades.

O místico não procura o conhecimento de qualquer exterioridade através dos seus contornos ou da sua forma. Ele não adere às formas exteriores, ao revestimento, a corporeidade de um ensinamento. O místico procura adentrar no seu centro e fazer do sujeito e do objeto uma harmonia que tende à unidade entre ambos. Assim, o objetivo essencial do Misticismo é a experiência do absoluto, do infinito, do ilimitado, que em última instância, encontra-se presente no interior do ser humano. O Misticismo também valoriza a experiência direta da realidade, visando tornar-se um só com ela. Também fala a respeito do momento presente, o único momentum eterno que existe. Como diz o místico sufi: “Sou o filho do momento presente”.

Assim, como dissemos, Misticismo nada tem a ver com panteísmo, pois o místico não acredita que Deus seja todas as coisas, no sentido que Ele se resume a elas. Mas ele concebe a divindade como o sem fronteiras, o ilimitado, aquele que não tem qualquer limite. Se Deus não possui qualquer limitação, ele deve necessariamente estar em todas as coisas. Há possibilidade de estabelecer limites para o infinito? Ou seja, o Absoluto está em tudo, mas ele não se restringe ao todo visível e palpável.

Os místicos não acreditam na criação de um Deus. Talvez o aspecto mais essencial e belo do misticismo esteja na visão de que os seres humanos não foram criados por Deus, mas que o ser e o absoluto são um só. Euclides Bordgnon, um rosacruz da AMORC, expõe esse princípio de forma bem clara e noética, diz ele “De todos os ensinamentos recebidos na Senda das Organizações Místicas, Iniciáticas, sem dúvida o mais surpreendente, o mais profundo, o mais sublime e arrebatador, é o de que não somos criaturas feitas por Deus, como a cadeira em que estamos sentados é uma criatura feita pelo homem, mas que nós e Ele somos UM, tão verdadeiramente como minha mão não é criação de meu corpo, mas parte integrante dele. Se Deus é o Todo, o Absoluto, nada existe fora dele.”

Uma ótima imagem ou metáfora usada para explicar a visão mística do homem e do ser divino é a analogia com o espelho. O misticismo concebe o ser humano tal como um espelho, que reflete tudo aquilo que se encontra em seu raio de existência. Esse espelho pode estar guardando impurezas e sujeira ou pode estar mais ou menos distorcido em seu poder de refletir. Quando o espelho está sujo, ele só poderá refletir a luz de modo muito limitado e praticamente não ficará reconhecível as imagens que advém dele. Mas quando o espelho está limpo, sem distorções e em perfeito estado, ao incidir sobre ele os raios do sol, ele poderá refleti-los em toda a sua pureza. Ou seja, os seres humanos seriam como espelhos que refletem o sol. Nesse sentido, quanto mais puro estiver a nossa mente, mais ela poderá expressar a totalidade do Divino.

O ser humano é como um espelho (corpo e mente) que reflete o sol (Deus ou plano divino). Dessa forma, notamos que os seres humanos não entram em contato com o plano divino, como alguns equivocamente costumam colocar, mas que nós e Ele somos Um. Para o misticismo, os deuses seria os próprios seres humanos que podem refletir a divindade, tal como um espelho reflete o sol. Nesse mesmo sentido o Apóstolo Paulo disse: “E nós todos que, com a face descoberta, refletimos como num espelho a Glória do Senhor, somos transformados nessa mesma imagem…” (II Cor.,3.18)

Há alguma indicação desse tipo de experiência nas pessoas que realizam a Terapia de Vidas Passadas? A resposta é sim. Na TVP, um dos autores que descreve experiência semelhante à experiência mística é Joel Whitton, falando a respeito do que ele definiu como Metaconsciência. Segundo Joel Whitton, em análise de Joe Fisher, a metaconsciência é um estado amplificado de percepção onde o comum e o habitual se perdem numa vastidão sem llimites e isso ocorre após a morte do corpo físico. Os pacientes de Joel Whiton relatam experimentar certos estados além da condição passageira do mundo, quando se vêem numa vida passada e passam pela morte. No período pós-morte, há possibilidade de sentir, ao menos por um pequeno lapso de tempo, esse indescritível estado de beatitude.

Na descrição de Joel Whiton a metaconsciência possui as seguintes qualidades: 1) Estado paradoxal supremo de memória e percepção. 2) Perda do sentido de identidade pessoal. 3) Fusão do ser na existência, aumentando incrivelmente nossa autoconsciência. 4) Descoberta do propósito da vida. 5) Encontro com nossa realidade kármica individual. 6) Impossibilidade da descrição deste estado pela via da linguagem, dos sentidos e de qualquer símbolo. 7) Paz e quietude jamais experimentada nos estados mentais da consciência objetiva.

Não apenas após a vivência da morte física, mas como efeito de uma harmonização após uma vida passada bem tratada e uma grande descarga de energias negativas presas numa vida é possível conduzir uma pessoa a um estado amplificado de consciência, chamado de experiência mística. Muitas pessoas relatam visões ilimitadas, comungando com a plenitude cósmica; sentem uma paz e uma alegria que eles nem sabiam que existia e que está mais próximo e é mais evidente do que todos imaginam.


Sobre o autor
Hugo Lapa nasceu em 1977, no Rio de Janeiro - RJ.
Realiza atendimentos com Terapia de Vidas Passadas em SP (Espaço Auryn).
Terapeuta de Vidas Passadas formado por Camila Sampaio.
Massagista formado pelo SENAC em 1999.
Shiatsuterapeuta formado pelo SENAC em 2000.
Mestre em Reiki do Sistema Usui de Cura Natural formado por Vaishravana em 2000.
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Muito interessante!!!

Postby Vazark » Wed Oct 27, 2010 9:01 am

Sou conhecido como Vazark, sou Vampiro a 15 anos.
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