O Sabor do Prâna

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O Sabor do Prâna

Postby The Madame X » Fri Apr 23, 2010 9:24 am

O Sabor do Prâna
Por Madame X (c)2009
Traduzido por Madame X do original em Inglês ‘The Taste of Prana’ (versão 2010)


É pela alimentação prânica que absorvemos peças e bocados dos nossos doadores que instintivamente desejamos. Muitos que se alimentam de prâna não têm o entendimento fundamental da composição enérgica da sua alimentação. Para a maioria, a drenagem prânica simplesmente funciona, é um processo tão natural como comer para saciar fome. É importante claro, ter em mente os perigos potenciais da alimentação prânica, mas é igualmente importante, tanto para os hematófagos como para os que se alimentam de energia, estar atentos ás dimensões do que estamos a drenar e em simultâneo a incorporar na nossa própria força vital. Afinal, se somos o que comemos... o que estaremos a comer?

O prâna é frequentemente descrito como aquela energia vitalícia que penetra e emana de todo o ser humano; depois geralmente se menciona o sistema dos sete pontos de chacras e como este conduz energia através do corpo. Presentemente vamos deixar para trás o sistema de chacras, explorando o prâna e a absorção prânica de um ângulo ligeiramente diferente. Vamos então descrever o prâna como sendo a interacção enérgica entre cinco fontes distintas: a Força Vital inata, a Vitalidade interna, a Química molecular, o Espírito, e o Corpo Astral.
Dependente do tipo e intenção da drenagem, podemos ter acesso a qualquer uma destas fontes prânicas para suplementar as nossas. É importante não só saber o que desejamos e como o conseguir, mas também entender porque o precisamos, quando requeremos, o que precisamos suplementar e porquê. As respostas a estas perguntas nos ajudarão a nos entendermos melhor, a entendermos as nossas necessidades, a gerênciar as nossas sessões de alimentação, a gerênciar os nossos doadores, e também a entender e desfrutar do Sabor do Prâna.
Neste artigo vamos nos afastar dos métodos específicos de drenagem, reconhecendo que há vários métodos físicos, visuais, mentais, emotivos, simpáticos e astrais para drenar qualquer fonte. A intenção aqui não é subdividir a comunidade daqueles que se alimentam de prâna, mas os reunir na procura das respostas que todos compartilhamos sobre os porquês da nossas carências energéticas, a natureza da energia e como a podemos processar melhor.

É importante enfatizar que não há nenhuma divisão concreta entre os reinos físicos, mentais e espirituais. O mesmo acontece com a Força Vital, a Vitalidade, a Química, o Espírito e o Corpo Astral, os quais trabalham juntos, são intrinsecamente interligados, um dependente do outro, como parte una do individuo. Isto significa que uma absorção prânica que alimenta e suplementa o mesmo tipo de prâna directamente envolve uma menor alquimia interna mas que também, e por exemplo, a Vitalidade pode ser a fonte que suplementa a Vitalidade onde a finalidade desejada é uma recarga do Espírito. A direcção e a transformação de qualquer drenagem depende portanto, na intenção de quem se está a alimentar; onde o objectivo é (geralmente) repor um esvaziamento energético, manter uma qualidade de vida saudável, evitar debilidade e prolongar a vida.

Conhecer o Prâna
A Força Vital, a Vitalidade, a Química, o Espírito e o Corpo Astral

A Força Vital é também conhecida como 'o sopro de vida'; é aquela energia primordial que rebenta em qualquer ser vivo durante a sua respectiva forma pré-natal. A Força Vital pode ser comparada com a energia armazenada numa pilha ou bateria. Esta energia começa a dissipar logo após o nascimento; é evidente em crianças no seu óbvio excesso de energia; é esta fonte energética que ajuda adultos durante crises de saúde e é esta mesma fonte que é finalmente esvaziada logo antes do momento da morte. É boa prática tentar estabelecer uma ligação com a nossa energia interna; seu centro está freqüentemente situado no coração, plexo solar ou na região do diafragma como se fosse uma esfera incandescente de energia. Este tipo de energia também circula rapidamente sob a coluna vertebral e pode ser literalmente 'sentida' atrás do pescoço logo debaixo da pele como uma corrente vibrante de electricidade. Tal como uma pilha, a Força Vital pode ser recarregada até certo ponto com hábitos de vida duradouros como certas dietas específicas, exercícios respiratórios, e também por meio de trocas prânicas bem direccionadas. Se bem que muitos vampiros de Hollywood afirmam manter a sua juventude imortal por se alimentarem da potente Força Vital das suas vítimas virginais, a verdadeira alimentação desta profunda fonte de energia primordial é geralmente desencorajada, pois pode não só afectar a saúde e a longevidade do doador mas é freqüentemente uma absorção incompatível com a maioria das nossas necessidades prânicas.

A Vitalidade é a energia sã produzida pelos processos do corpo que distribuem nutrição e protecção pelo corpo físico; ex.: o processo digestivo. A Vitalidade refere não só ao modo no qual os nutrientes são processados e absorvidos pelo corpo, mas também à produção de energia saudável que sustenta, dá vida e estimula o corpo. A Vitalidade pode ser facilmente observada no comportamento dinâmico e exuberante de adultos activos, fortes e saudáveis. A Vitalidade circula no corpo; movimenta o corpo, movimenta o sangue; assim movimentando o prâna. É bom aprender a 'sentir' esta forma de energia no nosso corpo; assemelha-se a um fluido corrente morno e suave que flui imediatamente por baixo e sobre a superfície da pele. A Vitalidade é libertada em momentos de esforço, excitação, emoção, orgasmo e outras explosões de adrenalina, podendo ser naturalmente restabelecida por meio de nutrição, hidratação e por períodos de descanso e de sono diário. Muitos que se alimentam de energia alheia atestam ser incapazes de manter dentro deles níveis de Vitalidade suficientemente saudáveis e reconhecem que certos métodos de absorção energética ajudam a estabilizar as suas carências. Geralmente é a Vitalidade do doador que é absorvida numa drenagem Empática, Emotiva, Tântrica ou tipo Eros.

A Química é os fluidos do corpo, onde cada um contém o seu tipo distinto de energia. O sangue, as secreções hormonais e as excreções corporais contêm energia que podemos chamar a Química. A Química do sangue é uma robusta fonte de energia, que contem níveis elevados de nutrientes processados, assim como células vermelhas e células brancas. A Química das hormonas está associada com as funções metabólicas, a imunidade, o envelhecimento, a virilidade e a sexualidade, assim como todas as secreções do sistema endócrino que incluem o sémen e a esperma. As excreções, ou seja as secreções de desperdício, como por exemplo a transpiração, a urina e os fluidos menstruais, contêm energia em principio considerada estagnada, mas para alguns esta pode ser uma fonte de energia igualmente desejável. A Química ditada pelo ADN, é o factor principal no controle e prevenção de doenças onde os desequilíbrios Químicos podem freqüentemente provocar debilitação e perigo de vida. Entre outros, são aqueles que se consideram hematófagos ou sanguíneos que utilizam a Química dos seus doadores para repor as suas carências energéticas. Este tipo de alimentação é uma experiência que varia entre indivíduos, onde para alguns a absorção da Química tem um efeito calmante que sacia profundamente e para outros é uma sensação eufórica intoxicante. Convém a todos que se alimentam de energia alheia estar atentos aos perigos associados com esta prática, mas são aqueles que se utilizam a Química como fonte de alimento, especificamente porque interagem directamente com os fluidos corporais do doador, que devem prestar ainda mais atenção à saúde tanto deles como do doador antes, durante e depois da drenagem, tendo sempre o maior cuidado com todas as práticas deste tipo de alimentação.

O Espírito é nossa consciência, a vontade, a intenção e o nosso ego. É aquela força interna que motiva, é o que acende as nossas paixões e anima os nossos passos. A forte do Espírito é prontamente observável naqueles indivíduos fogosos que ousam desafiar o destino, lutando sem barreiras nas sua crenças. Se bem que a energia do Espírito pode ser observável em pessoas espirituais, essa qualidade não é necessariamente um paralelo adequado, pois muitos indivíduos com Espírito e bem fogosos podem estar desligados do seu lado espiritual. Muito como a Vitalidade, o Espírito é particularmente atraente aos que se alimentam por drenagem Empática, Emotiva, Tântrica ou tipo Eros, porque os indivíduos mais fogosos sentem as suas paixões com mais veemência e largam mais facilmente níveis altos de Espírito dinâmico. O reabastecimento do Espírito acontece naturalmente, mas depende em grande parte do equilíbrio saudável entre a Força Vital, a Vitalidade e a Química. Se alguma destas fontes está de algum modo debilitada irá sem duvida afectar e potencialmente esvaziar o Espírito. Para entender melhor e estabelecer uma ligação com esta fonte de energia é recomendado meditar. Dependente se o indivíduo é mais incentivado pelo seu raciocínio ou pelo seus sentimentos, o centro desta fonte pode estar localizado respectivamente na cabeça ou na região do coração como um orbe de luz multicor de muitas possíveis texturas.

O Corpo Astral é nosso conhecimento subconsciente, a nossa intuição e nosso superego. O Corpo Astral liga-nos com o nosso mais alto ser, com os reinos astrais, com o divino e é através desta fonte que podemos alcançar a imortalidade espiritual. As práticas Orientais da Tantra, Taoístas e do Ioga são particularmente propicias para reciclar energia do Corpo Astral entre parceiros. Estas técnicas orientais conhecem a importância desta fonte, encorajando adeptos a lhe dedicar as suas vidas seguindo votos rígidos de jejum, silencio, isolação, etc. Muito como o Espírito, a fonte do Corpo Astral depende da interacção saudável entre todas as outras fontes para esta poder permanecer equilibrada e activa. Os indivíduos que regularmente usam e aplicam energia do Corpo Astral nas suas vidas diárias são as melhores fontes possíveis pois têm os seus centros mais desenvolvidos e acessíveis. A energia do Corpo Astral é exercitada, reciclada e expelida durante trabalho mágico ou astral, durante a meditação, e especialmente enquanto sonhamos. O centro desta fonte energética é geralmente associado com a glândula pineal e com a glândula pituitária, ambas situadas no cérebro. Esta fonte energética pode ser comparada com um vapor colorido, diáfano e incandescente que sobe do corpo em direcção ao céu. Esta energia subtil pode se tornar num desdobramento etérico ou astral, que pode agir em conjunto ou até independentemente do corpo físico. A energia do Corpo Astral não serve só para alimentação; e quer uma ponte física ou visual tenha ou não sido estabelecida, o Corpo Astral é sempre utilizado como ponte etérica para estabelecer a drenagem.


Algumas dicas para amplificar a absorção de prâna:

Escolher sabiamente os doadores.
Todos os que se alimentam de prâna precisam estar atentos dos riscos associados com esta prática, escolhendo só doadores que sejam adultos saudáveis e informados sobre a drenagem. Há muitos recursos disponíveis com detalhes sobre as precauções e os cuidados necessários na escolha e preparação dum doador. É de extrema importância confirmar um exame médico, assim como a saúde emocional e psicológica de qualquer doador, porque qualquer tipo de alimentação prânica pode nos transmitir o quer que seja que esteja mal com o doador, sendo esta transferência mais ou menos temporária. Tendo isto em mente, temos de nos aperceber que este assunto não é direccionado somente aqueles que se alimentam da fonte Química, mas a todos que se alimentam de prâna alheio. Para além disso, com o maior entendimento dos tipos diferentes de fontes prânicas, estaremos também mais atentos ao tipo de energia que carenciámos e ao tipo de indivíduo que constituirá o melhor doador para saciar a nossa específica necessidade prânica, capitalizando nos atributos específicos deles; ex.: um atleta pode ser uma fonte boa de Vitalidade, enquanto uma bruxa natural pode ser uma melhor fonte de Corpo Astral.

Escolher o vestuário apropriado. As fibras sintéticas, as jóias, os relógios, os óculos ou qualquer roupa constritiva como espartilhos, cintas, cintos, colarinhos e gargantilhas podem ser contra-produtores em qualquer sessão de alimentação prânica. Até mesmo se uma ponte forte para a drenagem for estabelecida, o vestuário sintético ou constritivo divide, distrai e dispersa o prâna. Podemos preferir ao contrario, uma sessão de corpo nu, ou pelo menos estar descalço ou levemente vestido. O guarda-roupa também pode ser uma ferramenta deliberada para aprofundar, alargar ou alterar as dimensões da sessão. Alguns podem gostar de incluir certo vestuário ou trajes para gerar uma certa atmosfera ou até mesmo uma reacção especifica do doador; ex.: uma fantasia desejada ou um encontro de BDSM.

Escolher o ambiente certo. Se bem que uma drenagem prânica pode ser executada em quase qualquer circunstância, escolher o lugar e a altura certos pode ser a diferença entre uma 'sessão menos mal' e uma 'sessão maravilhosa' para ambos parceiros. Talvez escolher um ambiente mais calmo ou isolado, um local mais natural, ou talvez um lugar mais confortável e aconchegado. Ou, talvez mesmo é até o contrario que é necessário para condimentar o sabor do prâna; às vezes uma pequena provocação, medo, incómodo ou apreensão podem ser o tempero certo. Muitos atestam também que as horas magicas para a melhor alimentação prânica é entre as três e as seis da manhã; isto pode ser devido à alta concentração de iones negativos presentes na atmosfera durante aquelas horas. As horas, o local, o nível de privacidade, os factores ambientais como a temperatura, a humidade, o barulho e a iluminação, assim como o espaço disponível e a posição do corpo, são algumas variáveis que podem ser certamente experimentadas. É perfeitamente normal que parceiros queiram explorar níveis de alimentação novos, experimentar técnicas diferentes e concordarem no que é mutuamente mais agradável.

Concentrar. A atenção mental é exigida para controlar e encaminhar correctamente a drenagem prânica. É importante então dirigir conscientemente o foco sensorial para a drenagem energética em vez de quaisquer outras circunstâncias externas. Se a mente está distraída durante a alimentação, o prâna drenado vagueia sem rumo, acabando por se dissipar em vez de se aglomerar e circular com um propósito planeado. Os olhos devem ser mantidos fechados ou sem ponto focal, visualizando o processo de drenagem: o contacto, a penetração, a atracção, a aglomeração interna, a circulação e finalmente o desligar. Os ouvidos devem ser focados nos sons internos do coração e da respiração mútua em vez de qualquer barulho externo; embora alguns tipos de música ou até sons naturais, como os do vento e da agua, podem vir aprofundar a drenagem.

Estabelecer a ligação entre o palato e a garganta. Esta é uma ponte essencial que liga a boca e a garganta, dois canais energéticos situados no céu da boca, e que activa dois canais salivares situados debaixo da língua. Para efectuar correctamente esta ligação a língua deve estar firme, ou pelo menos levemente premida, no palato situado imediatamente atrás dos dentes frontais superiores. Se bem que alguns de nós pudermos achar isto uma postura natural tomada subconscientemente durante trocas prânicas, é interessante saber que esta ponte é uma parte fundamental de práticas de longevidade na Yoga, Tantra e no Tau.

Respirar. Durante a alimentação prânica, a respiração pode não só ajudar na drenagem mas também na direcção e na distribuição de prâna pelo corpo, evitando a represa e a estagnação da mesma. A respiração é uma ferramenta básica que facilita a entrada de energia e que grandemente influencia o equilíbrio bio-eléctrico do corpo. Exercícios de Chee-gung e de Prânayama podem alargar o entendimento deste processo vital a que muitos nem prestam atenção. Para além de assimilar e circular energia vital, a respiração ajuda a expelir as toxinas do corpo, purifica a circulação sanguínea e aumenta a imunidade. A respiração consiste de 4 fases: a inalação, a retenção, a exalação e a pausa. Para aumentar a absorção prânica é recomendado um ciclo das 4 fases com a mesma duração.

Filtrar. A filtragem garante que só a energia desejada é absorvida. Isto é particularmente importante para aqueles que estão mais atentos à qualidade da sua alimentação e que não querem 'qualquer' prâna, pois se apercebem que precisam de um certo tipo exclusivamente. Sem a filtragem efectiva podemos ter a necessidade de gastar tempo e energia a transformar a absorção prânica. Além disso, não só podemos absorver elementos astrais perigosos e outros fios energéticos não desejados, mas também depois da absorção podemos precisar de fazer um aterro energético ou até mesmo purgar a energia que não queremos, e isto claro é um desperdício desnecessário. Há vários recursos disponíveis que detalham diversos métodos de filtragem e exercícios práticos. Se bem que há muitos tipos de filtros e visualizações efectivas, o melhor tipo de filtro é saber exactamente o que queremos, e absorver só isso.

Aglomererar o prâna no abdómen inferior. Localizado imediatamente por baixo do umbigo, entre o abdómen e a coluna vertebral, o dan-tien inferior é a área perfeita para aglomerar e saborear prâna antes de o enviar através do corpo ou de o aplicar directamente. A energia armazenada no dan-tien inferior é muito melhor do que a reter na cabeça ou na área do coração, isto evita respectivamente vertigens e ondas emocionais durante ou imediatamente depois da absorção. Para este fim, é importante para manter o ‘olho da mente’ focado no abdómen inferior, procurando explorar e saborear o novo prâna recentemente adquirido.

Selar as cavidades do corpo. Se bem que há vários selos ou diafragmas sob as cavidades no corpo, dois são de interesse particular àqueles que se alimentam de prâna, estes que são a glôtis ou seja selar a garganta, e o canal urogenital ou seja selar o ânus. Selar estas duas cavidades durante entrada prânica, especialmente durante a retenção da respiração e as soltar durante a exalação, tem interesse particular porque estes selos ajudam a aglomerar e a conter o prâna dentro do corpo. Muito como respiração e a supracitada ligação entre o paladar e a garganta, alguns de nós já podemos estar a usar esta técnica natural e instintivamente. Porém, para selar a garganta conscientemente devemos fechar a garganta contraindo simplesmente seus músculos e ao mesmo tempo encolher o queixo. Este processo sela o corpo superior evitando uma inevitável e imediata perca de prâna pelas cavidades superiores. Reciprocamente, ao selar o ânus fechamos o corpo inferior e evitamos a perca de prâna por baixo. Para selar o ânus correctamente, temos que contrair ambos anéis do esfíncter. Ao selar duplamente esta cavidade criamos um maior ponto focal nos sentidos para saborear a absorção prânica, ao mesmo tempo interiorizando as suas propriedades e aumentando os seus benefícios.

Não drenar demais. A regra comum é nos alimentarmos até estarmos 70% a 80% cheios. Não somos glutões e devemos drenar só o que precisamos; o contrario seria um desperdício. Drenar a mais irá criar a necessidade de aterrar a energia supérflua e poderá desgastar o doador para além do que pode doar de maneira saudável. É importante mencionar que cada alimentação aumenta a nossa habilidade e tolerância de absorção prânica; por isso a alimentação indisciplinada e sem escrúpulos pode não só vir a provocar problemas físicos, mentais, emocionais e espirituais, mas pode também vir a ser um vicio. Portanto, se bem que é recomendado periodicamente tomar alimentações leves de doadores bem escolhidos e informados para manter um equilíbrio interno e evitar perca de controle ou pandemónio, é igualmente aconselhável tentar prolongar gradualmente o período de tempo entre as alimentações mais profundas.

Desligar da fonte. O termo 'desligar' aqui sugere a separação completa do doador ou fonte prânica; o que quer dizer que partimos a ligação, ou nos extraímos completamente da ligação enérgica estabelecida. Uma visualização forte ou um movimento físico como rir, bater palmas ou bater o pé, pode ajudar-nos a desligar da fonte. Isto é muito importante, porque não desejamos estar ligados permanentemente ao nosso doador. Certamente não queremos um fluxo inverso de energia para o nosso doador nem queremos que o doador continue a nos enviar o seu prâna, pois isto iria debilitar o doador e nos iria enviar um excesso energético indesejado e provavelmente de qualidade inferior quando este já não é necessário.

Nutrir o corpo físico com alimento vivo. As frutas e os legumes vivos e crus comidos imediatamente depois de serem cortados contêm não só o seu próprio e especifico tipo de energia vital, mas também enzimas vivas que ajudam os nos processos digestivos e metabólicos. É recomendado que pelo menos 50% do nosso comer diário seja composto por comida crua. As frutas e os legumes vermelhos escuros como: as beterrabas, a couve roxa, as frutas silvestres, as romãs e as ameixas podem nos satisfazer especialmente. Um ovo cru misturado com sumo de cenoura fresco pode ser um tónico bem potente e pode ajudar a prolongar o tempo entre as alimentações prânicas mais profundas.

Desintoxicar. Para beneficiar melhor da alimentação prânica, é importante periodicamente limpar o sistema intestinal e a circulação sanguínea, purgando assim bloqueios venenosos que afectam a absorção, a regeneração e o movimento de energia pelo corpo. Há muitos métodos naturais de desintoxicação que podemos escolher, estes incluem dietas especiais, jejuns, chás, lavagens do cólon, etc., onde só nós mesmos individualmente podemos decidir o que é o mais ideal.


Ao Encerrar:
Muitos daqueles que se alimentam de prâna consideram o acto da alimentação como se fosse um arrumadela ou um simples acto de alimento, sem qualquer contemplação seria sobre o processo ou sem saborear a experiência. É recomendado manter um diário efectivo tanto de factos como de sentimentos com respeito à drenagem em si, mas também com respeito ao tempo entre trocas. A alimentação prânica deveria ser uma experiência completamente satisfatória, estimulante e deliciosa que abrange e sacia todas as nossas necessidades específicas. Com cada troca temos a oportunidade para aprender mais sobre nós mesmos, sobre os nossos instintos, os nossos desejos, como saciar melhor a nossa sede, e como desfrutar melhor do Sabor do Prâna.
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